Close Menu
Alegria FM
  • Home
  • Notícias
    • Brasil
    • Tocantins
    • Entretenimento
    • Politica
    • Cidade
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Facebook Instagram WhatsApp
Alegria FM segunda-feira, 13 abril
Facebook Instagram TikTok
Pedir Música
  • Home
  • Notícias
    1. Brasil
    2. Tocantins
    3. Entretenimento
    4. Politica
    5. Cidade
    6. Ver Todas

    Batalha de Rap Macapá terá duelos de rima e venda de comidas típicas no Mercado Central

    setembro 16, 2024

    ‘Maio Amarelo’ tem ações em escolas e ruas para prevenir acidentes no trânsito no AP

    setembro 16, 2024

    Crianças autistas participam de sessão de terapia com cães do Bope em Macapá

    setembro 16, 2024

    Jacaré de 2 metros é resgatado dentro do campus do Ifap em Macapá; é o 2º animal em 17 dias

    setembro 16, 2024

    Entenda a prisão do motorista suspeito de transportar 467 kg de cocaína em caminhão carregado de abacaxi

    abril 13, 2026

    Saiba como fazer a renovação automática da CNH digital no Tocantins

    abril 13, 2026

    Passarela de pedestres na BR-153 é interditada após ser atingida por caminhão

    abril 13, 2026

    ‘Quatro anos de aprendizado’, diz médico que recebeu homenagem feita por crianças em unidade de saúde no TO

    abril 13, 2026

    De olho no show no Rio, Shakira prova comidas brasileiras: ‘Depois disso, vou começar a dieta’

    abril 13, 2026

    RDD, produtor musical que deu forma eletrônica ao pagodão baiano, vai além do gênero no álbum solo ‘Hot sauce’

    abril 13, 2026

    Estrelas de Hollywood assinam carta aberta contra fusão de Paramount e Warner Bros.

    abril 13, 2026

    Equipe de Katy Perry nega acusações de assédio feitas por Ruby Rose: ‘Mentiras perigosas’

    abril 13, 2026

    Barroso autoriza Marcos Valério a cumprir pena no regime semiaberto

    setembro 16, 2024

    STF perdoa pena de mais dois condenados no mensalão do PT com base no indulto de Temer

    setembro 16, 2024

    Ministro do STF nega revisão de pena para Ramon Hollerbach no mensalão do PT

    setembro 16, 2024

    STF concede liberdade condicional à ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello

    setembro 16, 2024

    Entenda a prisão do motorista suspeito de transportar 467 kg de cocaína em caminhão carregado de abacaxi

    abril 13, 2026

    De olho no show no Rio, Shakira prova comidas brasileiras: ‘Depois disso, vou começar a dieta’

    abril 13, 2026

    RDD, produtor musical que deu forma eletrônica ao pagodão baiano, vai além do gênero no álbum solo ‘Hot sauce’

    abril 13, 2026

    Estrelas de Hollywood assinam carta aberta contra fusão de Paramount e Warner Bros.

    abril 13, 2026
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Alegria FM
Home»Entretenimento»Salve Joyce Moreno, compositora que escandalizou a moral do homem ‘da cor brasileira’ ao dar voz à mulher na MPB
Entretenimento

Salve Joyce Moreno, compositora que escandalizou a moral do homem ‘da cor brasileira’ ao dar voz à mulher na MPB

março 8, 2025Nenhum comentário0 Visitas

Joyce Moreno, a primeira compositora a escrever música na primeira pessoa do singular feminino
Reprodução / Facebook Joyce Moreno
♫ CRÔNICA
♩ É difícil não pensar em Joyce Moreno quando chega 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Sob o prisma da música brasileira, a cantora, compositora e violonista carioca permanece como referência na área feminina.
Joyce não foi a pioneira, mas foi a primeira compositora que deu voz à mulher na MPB. Antes dela, Chiquinha Gonzaga (1847 – 1935), Ivone Lara (1922 – 2018), Dolores Duran (1930 – 1959) e Maysa (1936 – 1977) furaram a bolha masculina na área da composição para mostrar que mulher também sabia fazer música. E bem.
Maysa inclusive conseguiu a proeza então inédita de debutar no mercado fonográfico em 1956 com álbum autoral. O salvo-conduto da artista no território autoral foi o fato de o disco Convite para ouvir Maysa ter caráter beneficente. Em bom português: para a moral machista da época, Maysa estava “liberada” para gravar as próprias músicas porque a causa era nobre.
Foi aí que chegou Joyce Moreno nos anos 1960 para balançar o coreto e escrever capítulo decisivo nessa história. Diferentemente das antecessoras e das contemporâneas como Sueli Costa (1943 – 2023), criadora de melodias sensíveis letradas por poetas homens, Joyce se posicionou como mulher nas músicas que compunha.
“Já me disseram / Que meu homem não me ama / Me contaram que tem fama / De fazer mulher chorar / E me informaram que ele é da boemia / Chega em casa todo dia bem depois do sol raiar / Só eu sei / Que ele gosta de carinho / Que não quer ficar sozinho / Que tem medo de se dar / Só eu sei / Que no fundo ele é criança / E é em mim que ele descansa / Quando para pra pensar”, cantou Joyce no palco de um festival da canção, em 1967, ao apresentar o autoral samba-canção Me disseram.
Es-cân-da-lo na então novata MPB! “Como uma mulher ousa escrever música na primeira pessoa do singular feminino?”, questionou a intelectualidade masculina, com doses cavalares de machismo e moralismo. Na imprensa, os ataques vieram de cronistas incensados como Sérgio Porto (1923 – 1968), o Stanislaw Ponte Preta.
Joyce foi em frente sem se curvar à moral da época, amargou certo ostracismo comercial na década de 1970, mas, a partir de 1979, o jogo virou na MPB. E as mulheres foram para o pódio com músicas compostas com orgulho de ser mulher. 1979 foi ano em que apareceram Angela RoRo, Fátima Guedes, Joanna, Marina Lima… O ano em que Joyce Moreno reapareceu para o público, de início como compositora.
O ano em que Elis Regina (1945 – 1982) e Maria Bethânia gravaram músicas então inéditas de Joyce, Essa mulher e Da cor brasileira, ambas com letras escritas pela poeta Ana Terra e repletas de feminilidade. O ano em que o Brasil cantou o samba Feminina, composto por Joyce, gravado pelo Quarteto em Cy e amplificado na trilha sonora da série Malu mulher (TV Globo, 1979), marco da teledramaturgia brasileira no universo feminino. Em 1980, o samba Feminina ganhou a voz da compositora no álbum intitulado… Feminina.
Travada de forma pacífica, com as armas da música, a guerra estava vencida pelas mulheres para sempre, ainda que a indústria fonográfica ainda permaneça como um reduto dominado pelo poder masculino.
Por isso hoje, 8 de março de 2025, é dia de lembrar quem arrombou as portas que insistiam em permanecer fechadas para as compositoras que ousavam dizer o pronome eu.
E essa mulher é Joyce Silveira Moreno, a velha maluca, como ela mesma se perfilou no título de samba apresentado em 2018. A mulher que escandalizou a moral do homem da cor brasileira naquele festival de 1967. A artista que acaba de aprontar álbum com músicas inéditas previsto para ser lançado neste primeiro semestre de 2025 para dar continuidade a uma história feita com bravura na década de 1960.
Salve Joyce Moreno!

Fonte: G1 Entretenimento

Compartilhar. Facebook Twitter Telegram Email Copy Link WhatsApp

Mais Notícias

De olho no show no Rio, Shakira prova comidas brasileiras: ‘Depois disso, vou começar a dieta’

abril 13, 20260 Visitas

RDD, produtor musical que deu forma eletrônica ao pagodão baiano, vai além do gênero no álbum solo ‘Hot sauce’

abril 13, 20260 Visitas

Estrelas de Hollywood assinam carta aberta contra fusão de Paramount e Warner Bros.

abril 13, 20260 Visitas
BANNER LOCAL LATERAL
Top Posts

Acidente entre carro e caminhão deixa quatro pessoas feridas e uma mulher morta na TO-070

setembro 7, 202562 Visitas

Médico é suspeito de invadir carro e agredir delegado aposentado durante confusão no trânsito

setembro 19, 202440 Visitas

Filmes de 2026: quais as estreias mais aguardadas do ano? Veja principais lançamentos do cinema

janeiro 9, 202627 Visitas

Do Oscar a Lady Gaga no Rio: os grandes marcos da cultura em 2025

dezembro 27, 202520 Visitas
Siga-nós
Facebook Instagram YouTube WhatsApp TikTok
Nosso App
© 2026 Rádio afiliada a Farcom Tocantins - www.farcomto.org

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.